sábado, 15 de setembro de 2007

Por Falar Em Sonhos...



Vocês sabem quando um pensamento leva a outro, mesmo sem aparentemente terem uma relação direta entre si, e este leva a um outro, às vezes simultaneamente, e este ainda mais dissociado do primeiro? Pois isto aconteceu comigo pensando neste caso do Renan “CANALHEIROS”. Um caso de mais um deboche com o povo brasileiro, dando continuidade a um sistema de manutenção do poder e privilégio dos poderosos, que vem desde o Brasil Colônia.

A absolvição do dito cujo, em primeiro lugar, despertou-me “ânsia de vômito” (com o perdão dos mais sensíveis pela expressão grosseira) assim como, tenho certeza, em todos os cidadãos dignos do país - reação que temos que tentar controlar, senão faltarão anti-heméticos (remédios para evitá-los) no mercado, dado a freqüente repetição de casos semelhantes. A reação seguinte foi, mais uma vez, o desejo, o sonho, de viver num país, num mundo, melhores, com igualdade social, respeito ao próximo e ao meio ambiente, como descritos na música “O Progresso”, do Roberto Carlos, que citei por ter vindo automaticamente à mente.

Sei que corro o risco de me tornar cansativo por minhas associações com músicas, até o momento apenas dele. Posso parecer limitado e admito minhas limitações por não ser um leitor de grandes autores, de filósofos (apesar de sempre ter sido o “CDF” padrão até a época da faculdade de Biologia, tenho esta falha na minha formação), mas penso que se uma mensagem pode nos fazer refletir, porque desprezá-la? Assim, outra música dele que fala de um “sonho sonhado” se seguiu à anterior e tem a ver com este desejo de um mundo melhor, se a interpretarmos mais cuidadosamente.

A música à qual me refiro se chama “O Quintal do Vizinho”, de 1975. Nela, Roberto canta: “...Sonhei que entrei no quintal do vizinho e plantei uma flor. No dia seguinte ele estava sorrindo, dizendo que a primavera chegou...” . Diante da realidade do mundo atual, até em sonhos isso é perigoso. Podemos acordar do sonho espetados no arame farpado, furados com cacos de vidro, eletrocutados, baleados pelo vizinho, ao ver sua propriedade invadida, ou presos, diante das várias formas que as pessoas tem buscado para se proteger da violência. Talvez em cidades do interior até ainda poderia se imaginar situação semelhante, mas deve ser cada vez mais difícil, pois nem essas conseguem ficar livres dela uma vez que, se a mais marcante, que recebe os maiores destaques nos noticiários é a dos grandes centros urbanos, a inata do ser humano está presente onde quer que ele esteja.

Assim, a cada dia que passa, nos fechamos mais dentro de nossas casas e, o que é pior, dentro de nós mesmos. Vamos criando mecanismos para nos proteger de um perigo subjetivo que o próximo pode representar, de danos que pode nos causar. E assim, o ser humano vai se isolando cada vez mais, aumentando o medo de se relacionar, se tornando mais solitário, mais egoísta. Qualquer relação fica mais difícil, pois se relacionar significa dar e receber. Por um lado não deixamos o outro mostrar o que tem a oferecer e, no nosso egoísmo, nos recusamos a nos dar, a nos entregar, seja a uma amizade ou a um amor. O que podemos esperar, então, de um mundo em que o ser humano tenta ser cada vez mais auto-suficiente por este medo e por este egoísmo? Como vamos descobrir se o “vizinho” quer entrar no nosso “quintal” para “invadir nossa casa e nos roubar” ou se ele quer “plantar uma flor”? E, se num risco extremo para nossa segurança, o deixarmos entrar nele e plantá-la, como ela vai se desenvolver e dar origem a outras se deixamos nosso solo se tornar árido pela falta de cuidados com ele? O mundo não seria bem melhor se não nos protegêssemos tanto, aceitando os riscos que são inerentes à condição de estarmos vivos e, nos arriscando mais, termos mais chances de sermos felizes?

E então? Que tal deixarmos nossos “vizinhos” entrarem em nosso “quintal” e plantarem suas sementes e vermos novas “flores” nascerem neles? Afinal, vocês conhecem alguma estação mais bonita que a primavera?

Ah! Só mais uma perguntinha. Vocês têm cuidado do seu “solo”?

Abraços de alguém que, mesmo dentro da sua timidez, vive se arriscando e se machucando, por ainda tentar acreditar que um dia todos os riscos e todas as dores valerão a pena.


Reginaldo Ribeiro

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Sonhos Antigos.

“Eu queria afagar uma fera terrível. Eu queria poder transformar tanta coisa impossível. Eu queria fazer tanta coisa que pudesse fazer eu ficar bem comigo. Eu queria pode abraçar meu pior inimigo. Eu queria não ver tantas nuvens escuras nos ares. Navegar sem achar tantas manchas de óleo nos mares. E as baleias desaparecendo por falta de escrúpulos comerciais. Eu queria ser civilizado como os animais. Eu queria ser civilizado como os animais”

Este primeiro parágrafo é o trecho inicial da música “O Progresso”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, de 1976. Apesar de ser ainda uma criança de 11 anos na época eu já compartilhava destes sonhos (sem hipocrisias, exceto pela capacidade de perdoar a quem me magoa de alguma forma, que ainda não consegui desenvolver) e, quanto mais crescia, mais estes desejos se consolidavam no meu coração e a maturidade os aprimorava e despertava outros que têm os mesmos fundamentos: O RESPEITO E O QUERER BEM AO PRÓXIMO E À VIDA NO PLANETA.

Essa música hoje, pela “enésima” vez me vem à mente, quando penso no principal destaque das manchetes de hoje: A VERGONHOSA ABSOLVIÇÃO DE RENAN CALHEIROS NO SENADO. Mais um político que se aproveita do cargo para se beneficiar financeiramente, vendendo facilidades que quem paga é o povo. Mais um exemplo do que falei algumas postagens atrás sobre PODER e seu uso para beneficiar quem o detém e infligir os mais diferentes tipos de prejuízos, sejam físicos, morais, financeiros e de que mais outra ordem for à maioria que, é dele desprovida.

Pensei nesta música por estar cansado de ver as mesmas manchetes fáceis nos jornais, as mesmas histórias se repetindo, sempre com o mesmo enredo: QUEM PODE, PODE SEMPRE MAIS, QUEM TEM, TEM SEMPRE MAIS (naturalmente, dando valor aos que conquistaram sua posição na sociedade por mérito próprio) PORQUE A ESTRUTURA HISTÓRICA DO PAÍS O PERMITE E AS CLASSES MAIS DESFAVORECIDAS SEMPRE SOFRENDO COM A FALTA DAS CONDIÇÕES MAIS BÁSICAS DE SOBREVIVÊNCIA POR DESCASO, FALTA DE RESPEITO E OS ETERNOS DESVIOS DE VERBA RESPONSÁVEIS PELA TAMBÉM ETERNA FALTA DE RECURSOS. Quando Roberto e Erasmo falam da “falta de escrúpulos comerciais”, essa falta de escrúpulos é bem mais ampla; quando eles falam “Eu queria ser civilizado como os animais”, eles falam de seres que só brigam com os outros pela sobrevivência e perpetuação da sua espécie. Plagiando-os, eu queria “NAVEGAR” SEM ACHAR TANTAS “MANCHAS DE ÓLEO” na nossa sociedade. Afinal, sonhar é o primeiro passo para conquistar.

Abraços,

Reginaldo Ribeiro.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Nas Sombras de Um Olhar



Nas Sombras de Um Olhar

O que podemos encontrar nas sombras de um olhar?
O que será que um olhar sombrio pode ocultar?
O que justificará tal escuridão?
O que terá feito esta alma ter perdido a luz que lhe falta, então?

O antigo ditado diz: “Nem tudo que reluz é ouro”.
Mesmo assim tendemos a nos deixar atrair pelo brilho fácil, tal como insetos. E, assim como eles, voamos em direção a ele sem saber se iremos nos decepcionar ao descobrir que sua fonte é uma luz fria ou vinda de uma chama que, ao invés de fornecer o calor que buscamos, pode nos queimar.

Não! Não nego o brilho de quem tem luz própria! O que seria de nós, da vida no planeta, não fosse o Sol? Porém, porque costumamos ter a atenção despertada pelo refletir da luz de raros diamantes que afloram à superfície da Terra, quando os mais raros costumam esconder-se no seu interior? Porque festejamos as poucas pepitas cuja sorte das águas nos traz com um peneirar, se o prêmio pelo esforço do duro escavar pode ser a jazida inteira encontrar?

Quem já pensou sobre isso?
Quem já parou para pensar que por trás de um tímido, triste, sombrio olhar, pode haver alguém com muito para dar?
Quem já parou para olhar no fundo destes olhos com o coração, com sensibilidade, com a alma e, lendo neles com atenção, perceber tudo o que eles têm a oferecer?
Quem já parou para pensar que a chama deste olhar, na realidade, ainda luta para não se apagar?
Que ela tremula tímida nas suas profundezas, precisando que alguém que na sua existência acredite dê-lhe o sopro que lhe permitirá cada vez mais aumentar e, assim, com seu calor e seu brilho que a frieza de tantos fez perder, voltem a iluminar e a aquecer a quem dela se acercar.
E assim, como um caçador de tesouros, vocês poderão sua vida, sua alma, seu coração, enriquecer com aquele que, não fosse sua sensibilidade e atenção, corria o risco de, sob as areias do tempo, escondido permanecer.
Reginaldo Ribeiro.

domingo, 9 de setembro de 2007

Qual a Sua Forma de Amar?

Domingo, um bom dia para namorar.

Aqui no Rio faz um belo dia de Sol. Convida a um passeio com a pessoa amada.
Ah! Na sua cidade está chovendo e fazendo frio? Mas que diferença isso faz se você está com a pessoa amada ou, ao menos ama alguém? O que importa é mantermos a capacidade de amar mesmo nos momentos de solidão, para que o coração sempre esteja pronto para quando encontrarmos a pessoa que corresponda ao nosso amor.

Agora, deixe-me perguntar. Qual a sua forma de amar? Ou como você está amando agora? Cada um de nós tem o seu jeito e podemos até amar a mesma pessoa de diferentes formas. O que não podemos é perder a capacidade de amar, mesmo que o amor que podemos viver no momento não seja o que sonhamos.

Então... Qual a sua forma de amar?

O Amor Sofrido?











O Amor Ardente?




















O Amor Sem Iniciativa?












O Amor Indeciso?













O Amor Incondicional?













O Amor Cego?















O Amor Contemplativo?


















O Amor À Moda Antiga?













O Amor Moderno?



















O Amor Acima dos Preconceitos?















O Amor Impossível?
















O Amor Platônico?

Seja de que forma for, não se esqueça: NUNCA DEIXE DE AMAR!

Um ótimo domigo!
Reginaldo Ribeiro.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Segunda Eu Começo.


A maioria das pessoas costuma usar essa frase: “Segunda eu começo.” quando se “decidem” a fazer alguma coisa por si próprios ou por alguém. Se não essa, que é a mais comum junto com as promessas de Ano Novo que fazemos para nós mesmos, amigos e família, estipulam alguma data, em geral breve, para começar..

Segunda é o Dia Internacional do Início das Dietas. Não importa se a calça não fecha ou se, com muito custo, fecha ao preço de quem vai dentro dela quase não conseguir respirar ou se o médico já a recomendou 9458 vezes, pois a saúde da pessoa já está comprometida com diabetes, colesterol alto, risco de infarto e outras “n” possíveis conseqüências do excesso de peso.

Segunda também costuma ser o dia marcado para o fumante largar cigarro. Não importa se o indivíduo tem dificuldade para subir um lance de escadas, se as suas noites de amor se resumem a 10 minutos porque falta fôlego, se ele não agüenta “bater uma bolinha” com o filho e etc, etc, etc. A saúde do “atleta” está indo “ladeira abaixo”, mas ele aproveita até a noite de domingo para fumar o “último” cigarro.

Parar de beber? Segunda. Segunda eu juro que paro! O fígado está “se dissolvendo”, a família não agüentam mais o bafo de álcool e os constrangimentos passados por causa dos pileques do “levantador de copo”, mas tudo bem; segunda está aí mesmo.

Se vem um “feriadão”, como esse que começa amanhã, então é mais um motivo para esperar.

Por falar no “feriadão”, 7 de setembro, Dia da Independência... Independência??? Mas por falar na data, não seria um bom dia para nossos políticos e governantes começarem a tomar vergonha na cara e passarem a pensar na população que os elegeu e no país e não com quanto vão faturar com cada obra que se esforçaram para aprovar ou cada uma das várias modalidades de beneficiamentos a terceiros com os quais apenas eles lucram? Nada! Para que pressa?! O Brasil é um país rico; é uma “mãe” de generosas “tetas” onde sempre podem mamar. Nossa população é feliz. Afinal temos futebol, carnaval, cervejinha no boteco, bolsa-escola, bolsa isso, bolsa aquilo. O povo se acostumou a viver com pouco; com essas esmolas que enganam uma população que se deixa enganar ou por falta de opção ou de informação, da qual ela é alijada desde que o Brasil existe, pois não interessa a quem detém o poder que ela a tenha e com isso, passe a contestá-los.

Agora uma pergunta. Para que esperar segunda, ano que vem, o dia do aniversário do cunhado do vizinho ou qualquer outra data para começar a mudar de atitude com relação à sua vida e a quem lhes cerca? Para que esperar mais um dia para começar a cuidar da sua saúde, para começar um curso que vai lhe permitir ascender na carreira, para fazer algo que lhe dê prazer, para dizer um “eu te amo” a quem você ama de verdade, para começar a respeitar o próximo ou ajudarmos a alguém que precisa? Pensem que o nosso amanhã é construído a cada dia que vivemos; que o dia de vivermos, sermos felizes e ajudar alguém a ser feliz é hoje; que o que planejamos fazer amanhã, nem sempre temos a chance de fazer. Para que esperar? Vamos viver o dia de hoje fazendo o melhor que pudermos por nós mesmos e pelo próximo!

Abraços e um ótimo feriadão a todos.

Reginaldo Ribeiro.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Educando as Crianças Com Exemplos de Bons Hábitos



Uma coisa que sempre me angustiou é ver pessoas que cometem absurdos na educação de seus filhos e já tinha vontade de escrever alguma coisa a respeito, pensando em alguns casos que conheci. Então, aproveitando a seqüência destes últimos textos, resolvi comentar hoje sobre alguns maus hábitos que seus pais deixam ou estimulam seus filhos, desde a mais tenra idade, a desenvolverem.

Vejam quantos jovens trocam o contato pessoal com outros por horas e horas diante do computador em conversas tecladas no MSN ou equivalentes, sem poder perceber as emoções do outro, por não ouvir a sua voz, sem o olhar, sem um aperto de mão, sem um abraço? E quando não se tem nem isso; apenas uma troca de recados? Se pessoas com quem convivemos por anos, já nos surpreendem, o que falar de pessoas de quem você conhece tão pouco? E falo isso, sendo um grande usuário de MSN e Orkut. Tenho sorte de ter feito excelentes amigas e alguns amigos até hoje (uma das quais por quem me apaixonei e apenas por nossas vidas tão complicadas não fui ao encontro dela), companheiros (as) da causa animal e até clientes. Por outro lado, já conheci pessoas que só jogaram com os meus sentimentos, me fizeram sofrer e, de alguma forma, me decepcionaram muito. Isso sem falar nos que ficam horas jogando sozinhos ou, não com um amigo, mas com um dono de um nick, em geral jogos que não acrescentam nada ao desenvolvimento do seu raciocínio e capacidade intelectual, mas levam a grandes níveis de estresse pela ansiedade de passar por fases, conseguir vitórias e, o pior: jogos extremamente violentos e que podem contribuir para o desenvolvimento de uma tendência à violência que eles tenham, ou propiciar seu surgimento.

Vocês já repararam naquelas crianças que parecem bonecos colados diante da TV ou que brincam sozinhas dentro de casa ou, no máximo com a coleguinha de porta e na escola? Até, neste caso, falo de mim próprio. Isto aumenta as chances da criança se tornar introspectiva (até hoje sofro com minha timidez) e, pela falta de atividade física, somada a hábitos alimentares errados, levá-la a se tornar uma criança obesa. Na vila onde moro, há uma menininha de 5 ou 6 anos que se enquadra neste caso. Ela já apresenta sobrepeso (“fofinha” e demais) e quando não está brincando sentada com as outras meninas, fica passeando com seu triciclo MOTORIZADO. Se os pais (e já tentei falar com eles a respeito, mas não fui bem recebido) não fizerem algo para mudar, se tornará uma criança obesa e engrossará as surpreendentes estatísticas da obesidade infantil e adulta no país
(dados de 2002 do NUPENS, Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, mostravam que nos últimos 20 anos a obesidade havia duplicado entre adultos e triplicado entre as crianças. Mais de 40 % da população adulta, até então, já estava acima do peso no Brasil e, destes, 10% eram obesos. Entre as crianças, 20 % já estavam acima do peso, sendo 5% na faixa da obesidade - abaixo reproduzirei um texto do Dr. Nataniel Viusnisk, Membro do Conselho Médico da Herbalife Internacional, Coordenador do Departamento de Obesidade Infantil da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade – ABESO, Médico Pediatra, com especialização em Nutrição). Outro domingo, em um restaurante, vi uma cena linda: O vovô levando o netinho de 3 anos para almoçar. De repente, para minha surpresa, presencio uma cena de violência do tal senhor contra a indefesa criança: ele ofereceu um pedaço de uma suculenta, cheirosa, deliciosa, picante e extremamente gordurosa lingüiça calabresa. A comida começa a se revoltar no meu estômago, começo a me remexer na cadeira, não consigo parar de olhar para eles, quando não agüento e me dirijo a ele. Tento explicar sobre o péssimo hábito que ele pode começar a despertar na pobre criança. Ele se explica dizendo que não faz mal, que ele não vai comer, vai só provar. Agora me respondam: Qual a chance desta criança não sentir um enorme prazer por aquele petisco? A criança era uma alegria só com sua lingüiça. Ou seja, o vovô deu o primeiro passo para criar um adulto com prazer por algo que nós adultos comemos sabendo das conseqüências, mas uma criança não. E este é só um caso. Quem se lembra como Garrincha deu os primeiros passos em direção ao alcoolismo que acabou com sua vida, somada à falta de estrutura familiar e às más companhias (vide dois últimos textos)? Com uma prova de uma cachaça que o pai dava para ele e para os irmãos.

Eu não sou pai (ainda não encontrei a santa que se dispusesse a ser mãe dos herdeiros dos meus genes), mas me preocupo com o bem-estar das crianças. Assim, espero ter contribuído de alguma forma, fazendo os leitores refletirem sobre este assunto. Abaixo o artigo que citei do Dr. Nataniel Viusnisk.

Abraços,

Reginaldo Ribeiro.

NA FRENTE DAS CRIANÇAS, NÃO!
(Dr. Nataniel Viuniski)

Muitos não gostam da palavra reeducação. Mas quando o assunto é ensinar para as crianças que uma alimentação saudável e balanceada pode e deve ser gostosa, não existe termo melhor no dicionário. Reeducar significa aprender de novo, trocar o errado pelo certo, e levar essa experiência pela vida afora.Uma criança é um ser em crescimento, portanto nada de dietas, regimes ou planos alimentares complicados. Essa prática pode comprometer a estatura final e a saúde como um todo. Costumamos dizer que, para as crianças controlarem o peso, não existem alimentos proibidos, mas sim quantidades que devem ser combinadas.Estudos recentes mostram que crianças e adolescentes que no presente fazem uma dieta muito restritiva estão em risco de desenvolver obesidade ou outro transtorno alimentar no futuro.Outra questão é o uso dos alimentos para lidar com as emoções. Desde a mais tenra idade aprendemos que, pela boca, conseguimos uma posição de calma e relaxamento. Para exemplificar, basta lembrar de um bebê que para de chorar quando recebe uma mamadeira ou uma chupeta. Assim, quem nunca chegou em casa num final de tarde, sentiu uma vontade de comer uma coisa que não sabia bem o que era e acabou assaltando a geladeira?Tentar completar vazios interiores com comida é uma péssima idéia e podemos ensinar aos nossos filhos que uma boa conversa, atividade física e uma ducha podem relaxar muito mais, além de serem infinitamente mais saudáveis. Alguns pais, mesmo sem perceber, podem querer recompensar a ausência, o estresse, a falta de paciência e de tempo com guloseimas ou idas a redes de fast food.Devemos educar pelo exemplo, pois os jovens prestam mais atenção nos nossos atos que nas nossas palavras.Crianças que desde bebês estão acostumadas a ver pela casa frutas e verduras, sucos naturais, água e pais que não são sedentários vão ter muito mais facilidade em desenvolver um estilo de vida adequado. Assim, aleitamento materno exclusivo, alimentação variada, colorida, balanceada, obedecendo à pirâmide dos alimentos, é a estratégia mais segura para ensinar aos nossos filhos hábitos alimentares saudáveis.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Jovens, carros e álcool. Assunto batido? E mesmo assim os acidentes continuam a acontecer.




Sem querer parecer pretensioso, parece que eu estava adivinhando quando escrevi o último texto. Hoje os jornais lembraram que faz um ano que aquele grupo de jovens morreu naquele acidente na Lagoa Rodrigo de Freitas, em que um carro foi transformado em um monte de ferros retorcidos.

Ontem, começando a falar da violência contra aquele pobre pit bull abandonado, mencionei outros tipos, como a praticada por jovens que não têm limites, nem respeito a qualquer forma de vida.

Muito bem. Pois a morte destes jovens, como a de outros tantos no trânsito, sem falar dos que ficam gravemente feridos, com graves seqüelas, paralíticos e etc, sem falar nas vítimas de outros veículos ou pedestres passivamente envolvidos nestes acidentes, está diretamente relacionada ao que comentei ontem.

Pensem. O que leva um jovem a praticar uma agressão contra quem não pode se defender ou qualquer outro crime é a sensação de superioridade em relação à vítima e a certeza da impunidade. Acho que isso pode se resumir em uma coisa: a sensação de PODER. “Eu posso fazer o que eu quiser, porque eu tenho força, tenho dinheiro, tenho um pai influente e nada vai me acontecer”. A própria juventude nos concede a sensação que somos poderosos, que nada nunca vai acontecer, que vamos viver para sempre. Os hormônios fervilhando nos fazem esquecer dos processos mais básicos da natureza. Então, salvo aqueles com uma base familiar bem sólida, com pais amigos, que entendem o que passa na cabeça de um jovem e conseguem entrar em sintonia com eles, que desde a infância souberam impor limites aos filhos por saber que dizer um NÃO na hora certa é uma demonstração de amor maior que ceder a todas as suas vontades, os jovens usam este poder de forma errada, inclusive conta si mesmos.

Poder... Que sensação maravilhosa a de ter um volante nas mãos e conduzir uma máquina que pesa algumas toneladas, com alguns movimentos leves! Não precisa ser um carrão que chega a 200 km/h. Um fusquinha 68 que ande, mal usado pode causar os mesmos estragos. Nossa! E se é o carro importado que vai de 0 a 100 em poucos segundos e chega a altas velocidades, aí o dito cujo se sente Deus! Uma maravilha para impressionar as gatas e os amigos, para “comer” quem ele quiser e se sentir o cara mais popular do grupo. Mas ele se esquece que aquela máquina maravilhosa é mais poderosa que ele e que, ao menor “vacilo”, ela mostra isso e ele fica à mercê dela. Ele se esquece que por mais que se ache “o fodão”, se beber, o álcool vai retirar reflexos dele, cuja perda vai aumentar a diferença de força entre eles. E o condutor da “MÁQUINA” se esquece que, se isso acontecer, ele pode perder seus admiradores e vai perder pra quem se exibir e, se tiver um mínimo de vergonha na cara, perder a vontade de se exibir. Ele também esquece que pode ser a última vez que se exibe ou então, o que vai passar a exibir é a sua “potente” cadeira de rodas para o resto da vida; que muitos amigos e gatas só estão perto quando estamos “numa boa” e que se ele sobreviver ao acidente, mas tiver seqüelas que a sociedade não gosta de ver e, por isso o desrespeito aos deficientes físicos demonstrado de todas as formas, inclusive pelo governo, que ele vai perder toda a sua “popularidade”. E, assim, vemos tantas vidas desperdiçadas, tantos inocentes vítimas da falta de responsabilidade alheia, começando com a dos pais em relação à educação dos filhos e destes quando ignoram os melhores cuidados daqueles. “Ah! Se o Edmundo pode atropelar, matar e aleijar e não acontece nada com ele, eu também posso”. E assim, segue a vida no país da JUSTIÇA PARA TODOS... Para todos, dependendo da conta bancária e do que fazem. Num país pobre, então, ela é para QUASE TODOS. Temos que admitir que eles estão certos.

Aos pais, com todo o respeito aos que já sofreram ou sofrem com a dor dos filhos que já sofreram acidentes:
Se vocês ainda têm seus filhos vivos, amem-os muito, mas não se esquecendo que educar é uma demonstração de amor e na educação, a palavra NÃO, naturalmente com seus PORQUÊS, para dar sentido a ela, é mais importante que todos os SIM, quando ditos nos momentos certos.

Aos jovens:
“É o seguinte: Se você se acha o “rei da cocada preta”, “o último biscoito do pacote”, “a cereja do sorvete”, porque só anda com roupa de marca, porque tem aquele relógio que chama a atenção à 1 km de distância, porque tem um tremendo carro ou usa o do papai, fique sabendo que você é o maior “otário”; o maior “mané”. Se você precisa disso para se destacar, para conquistar amigos e garotas; se você precisa pegar o carro e sair “voando” por aí, saiba que você “não está com nada”, pois o que tem que ter valor, é o que está dentro de nós; o que levamos no coração e na mente, pois estes valores nos acompanham onde quer que estejamos e para o resto da vida. Agora, se você tem seus bens materiais como justo resultado do trabalho dos seus pais ou seu, usufrua, mas com responsabilidade e sinta-se “o cara” por SER QUEM VOCÊ É e poderá fazê-lo pelo resto da vida.

Abraços a todos e minhas condolências aos familiares de todos que perderam seus filhos e outros parentes em acidentes.

Reginaldo Ribeiro.

Motivação


A imagem acima é triste? É chocante para alguns? Para mim também é. E esta é apenas uma das incontáveis situações com as quais quem tenta fazer alguma coisa em prol destes seres inocentes, cheios de amor para dar, se depara no seu dia-a-dia. Este manso Pit Bull de dois anos, foi mais uma vítima da covardia humana; tanto de quem o abandonou e o deixou indefeso amarrado neste poste, como a dos ainda mais covardes que agrediram um animal que não podia se defender. ELE ESTÁ NO CCZ DO GUARUJÁ E SERÁ MORTO SE NINGUÉM SE INTERESSAR POR ELE. SE ALGUÉM PUDER SALVÁ-LO, POR FAVOR, FAÇA CONTATO COM Paulo: (13) 8125-7926 ou Fernanda: (11) 8583-3073.

Este caso pode servir de exemplo para nos fazer refletir sobre muitas coisas. Uma delas é o que leva algumas pessoas a agredirem um ser indefeso. E quando falo de seres indefesos não é só de um animal que tem muito poucas condições de se defender diante de um homem e, no caso, com o agravante de estar amarrado. Se pararmos para pensar por uns poucos minutos, nos lembraremos de vários casos de covardias contra quem não podia se defender, algumas delas levando à morte ou tendo esta como objetivo.

Recentemente, aqui no Rio de Janeiro, uma empregada doméstica esperando um ônibus para voltar para casa foi brutalmente agredida por um grupo de jovens de classe média alta que a confundiram com uma prostituta. E se fosse, no caso, uma prostituta? Sem fazer questionamentos morais, as que já foram agredidas por eles, que tinham isso como hábito, não cometeram crime nenhum a não ser o de agredirem seus próprios corpos e dignidade pela necessidade de ganhar dinheiro devido a seus problemas pessoais, se não todos, na grande maioria causados pelo caos social não só do Brasil, como do mundo. Quando falamos do mendigo paulista, um caso recente, e do índio Galdino queimados; de outros tantos moradores de rua, seja adultos, jovens ou crianças, agredidos das mais diferentes formas, seja fisicamente, seja em sua dignidade pelo preconceito e falta de "humanidade" (palavra que questiono cada vez mais e que para ter o sentido que lhe costumam dar, preferia chamar de "caninidade", dada a cada vez mais difícil tarefa de encontramos pessoas com sentimentos humanitários, respeito e amor ao próximo); das agressões domésticas de maridos contra esposas e filhos, inclusive da violência sexual, que, quando praticada contra os filhos é ainda mais perversa pois se prevalece da ingenuidade infantil, da influência e intimidação paterna ou de outros parentes e, naturalmente, da própria diferença de força física, em todos esses casos, estamos falando de uma coisa comum: A VIOLÊNCIA E COVARDIA CONTRA QUEM NÃO PODE SE DEFENDER. Mas quais são suas motivações? O que leva a quem pratica estes atos a realizá-los?

Quando eu falo em motivações, falo de todas as nossas motivações, seja para fazer o bem, para fazer o mal e para as atitudes mais simples das nossas vidas. Não sou psicólogo e nem estudioso do assunto, mas como todos, tenho experiências e conhecimento de fatos. Este é um assunto para render e farei apenas alguns comentários aqui agora. Estes casos de violência que citei acima têm algumas coisas em comum. Uma delas pode ser a falta de amor que os agressores tiveram na infância e, assim, não recebendo amor, não aprenderam a amar; pode ser a falta da presença dos pais que, sem condições de educar devido às sua situação social e histórias de vida (que também se aplica à falta de capacidade de dar amor aos filhos) ou à falta de paciência ou vontade para educar, os deixa à mercê de más influências; a educação deturpada que os instiga à violência e a se prevalecer de algum tipo de vantagem ou superioridade que tenha para subjugar a outrem; a impunidade que nosso ultrapassado código penal propicia e que acaba servindo como um estímulo para quem já se enquadra em alguns dos casos acima, que também se traduz por uma estrutura social em que o que convencionamos chamar de JUSTIÇA, em geral, não se aplica aos detentores de dinheiro e poder.

No outro extremo, podemos pensar no que nos leva a fazer o bem; descobrir nossas verdadeiras razões e, assim, tentarmos nos aprimorar nesta prática e direcionarmos melhor nossos esforços e sua eficiência. Pensem: quando vocês fazem o bem, o fazem porque sentem-se bem consigo mesmos, com a consciência tranqüila, em paz com Deus, ou porque querem prestar socorro a quem precisa? Por exemplo, o caso do pobre pit bull acima é fruto de uma situação complexa que é a dos maus-tratos e abandono de animais. Surpreendentemente, então, a TV Globo anúncia uma reportagem sobre o assunto para a alegria dos que amam e lutam pelos animais. Para minha decepção e de outras pessoas, ela apenas trata o assunto superficialmente e não leva às pessoas informações que pudessem ser úteis para começar a minimizar este problema, como os benefícios da castração para os animais, http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=3174408&tid=2476793492265216733 , e que é a melhor forma de controlar a proliferação de animais indesejados e que, coseqüentemente, serão vítimas do abandono e maus-tratos; sobre o extermínio desses animais nos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs), http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=3174408&tid=2456097481526645434 ; sobre a legislação que caracteriza o abandono e os maus-tratos como crime, por mais insuficientes que sejam as penas, http://www.orkut.com/CommEvent.aspx?cmm=3174408&crt=7842525&dat=1189305600 . Então, penso: Qual teria sido a real motivação da reportagem? Apenas a "bendita" luta pela audiência e a tentativa de passar a impressão que se preocupam com o problema, ou vontade de ajudar a estes inocentes e a quem luta por eles? Se foi esta, faltou muito para fazê-lo de forma mais produtiva.

Usei a referência do programa acima devido ao meu amor pelos animais e à frustração com ele. No entanto, podemos generalizar o meu questionamento sobre a real motivação dele para pensar também sobre nossas vidas e o que nos leva a cada atitude. As razões de mantermos uma relação afetiva, das amizades que cultivamos, da atividadade profissional que realizamos e a empresa onde trabalhamos, do local onde moramos, do nosso próprio despertar e o ato de nos levantarmos da cama. Se a motivação não for sincera, seja ela qual for, a luta pela felicidade será ainda mais dura e ela mais difícil de ser vivida, mesmo que em breves momentos, ou alcançada.

Abraços a todos e um bom início de semana,

Reginaldo Ribeiro.

domingo, 2 de setembro de 2007

A Primeira Vez







"Quando nós nos conhecemos, num segundo percebemos que em nós dois tanta coisa poderia existir daquele dia pra depois. A impressão que eu sentia era que te conhecia há muito tempo atrás. A primeira vez que eu vi você. A primeira vez…"



Assim começa a música "A Primeira Vez", de Roberto Carlos, lançada no álbum de 1978. Roberto consegue falar com seu habitual romantismo de uma primeira vez, tema que pode ser explorado de várias formas, em diferentes áreas, como na música (citando mais uma que eu adoro, "Make Believe Its Your Fisrt Time" (Faça de Conta que é a Sua Primeira Vez), cantada por aquela que é uma paixão platônica despertada por todo carinho que transmite em suas canções com sua voz doce, cristalina, ímpar, Karen Carpenter), assim como nos faz lembrar do início de novas fases da nossas vidas, de novas experiências que vivemos, das mais simples às mais marcantes. Quem que está na faixa dos 40, como eu com meus 42 recém-completos, que não se lembra do comercial do Primeiro Sutiã (não me perguntem o ano, pois a memória não ajuda, mas foi nos anos da minha adolescência), de tão bom gosto e sutileza, elaborado pelo brilhante Washington Oliveto, usando o início da adolescência feminina em um comercial de lingerie? Por outro lado, quem esquece da sua primeira transa ou da primeira vez em que fizeram amor? Para quem estranhar, faço questão de diferenciar transar de fazer amor. Com certeza todos nos lembramos de detalhes de ambos os momentos, provavelmente com muito mais detalhes do segundo ou do MOMENTO para quem a primeira entrega do corpo representou uma declaração de amor.



A quem vier a descobrir este modesto blog, que eu também poderia chamar de Sessão Pretensão (voltando às lembranças dos meus anos já entrados na quarta década, meus contemporâneos podem se lembrar da revista de humor MAD, que tinha uma sessão exatamente com este nome), pode pensar a razão deste texto sobre uma primeira vez. Vamos dizer que, como canta o Roberto Carlos na música com a qual comecei este texto é como, por um lado, não fosse a minha primeira vez, mas por outro é. É a primeira vez que ouso escrever um blog, mas não a primeira vez que compartilho um texto com outras pessoas na internet, uma vez que, às vezes, envio algumas mensagens de próprio teclado (adaptando a expressão antiga "de próprio punho", quando os textos eram escritos e não digitados) para os amigos do Orkut. Resolvi escrevê-lo sem qualquer pretensão; apenas pela vontade de compartilhar pensamentos, sentimentos, transmitir informações úteis, quem sabe dizer algumas palavras que possam tocar alguns corações e estas lhes fazer bem ou ajudar a refletir sobre algum momento em particular ou sobre a vida, fazer rir com alguma piada recebida ou com alguma tirada própria ou qualquer utilidade que alguém possa dar a ele se houver coincidência de algum texto com alguma necessidade momentânea, nem que seja ler algo que ache muito ruim para poder descarregar suas energias negativas xingando o autor aqui. Resumindo, este blog não visa tratar de um tema específico. O assunto do dia (quando eu não faltar com o texto) ou assuntoS, quando sobrar tempo, inspiração, estímulo, razão, etc, vai variar de acordo com o fato do dia que chame mais a atenção, o humor, os sentimentos, as emoções, a inspiração ou até a vontade de desabafar contra algum absurdo, como este que estão cometendo contra o sempre correto Dodô do meu amado Botafogo de Futebol e Regatas.



Naturalmente, os prováveis primeiros leitores destas "mal-traçadas linhas" (sujeitas a erros de portuguès, que espero não sejam muitos; pontuação e digitação) devem ser meus amigos. Porém, os demais visitantes que quiserem saber mais sobre o autor aqui, podem visitar minha página do Orkut:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=3853024580204808458 .


Apenas, para finalizar este texto inicial, quero registrar meu agradecimento ao meu querido amigo, biólogo e colega de Santa Úrsula, José Duarte de Barros Filho, que há mais de 10 anos me estimula a escrever por gostar da minha forma de fazê-lo.



Ah! O texto ficou grande demais? Bom, já deu pra ver que tendo a ser prolixo, apesar que nem sempre escrevo tanto. E outro detalhe: não se esqueçam que estou "perdendo a virgindade" e, como todo mundo aqui, ninguém sabia como iria se comportar direito na sua primeira vez.



Abraços e boa semana, bom feriado, Feliz Natal, Feliz 2008, dependendo de quando acharem este blog.



Reginaldo Ribeiro.